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27 de Março de 2013
27 de março - Dia nacional do circo

dia do circoComemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.

Falando em circo, você sabia que a Editora Moderna possui diversos livros com esta temática?

No livro de Wagner Costa “Os bigodes do palhaço”, no circo, a garotada gritava impaciente: - Começa! Começa! Estavam querendo ver logo o famoso palhaço bigodudo. Então, ele apareceu... Surpresa! Espanto! Todo mundo estranhou! Não é que o palhaço bigodudo entrou no picadeiro... sem bigode nenhum? Como é que pode? A garotada ia descobrir que os bigodes do palhaço bigodudo não eram como os de um bigodudo qualquer, não. Eram bigodes... malucos!

Já em Palhaçaria do mesmo autor, a turminha na sala de aula está impaciente: nada do palhaço Aleluia chegar. Mas, depois de algumas surpresas de susto, de curiosidade e de encantamento, lá estão Aleluia, as crianças, as mães, os país, as mãedrastas, os paidrastos, avós, tios e a galera brincando de Palhaçaria.

Palhaçaria: a arte brincante de vestir e de pintar a alma, o corpo e as coisas com a sábia e saudável alegria inocente e libertadora de um palhaço.

Saindo um pouquinho do ambiente circense, em Tarufo de Eva Furnari de vez em quando, todo mundo tem uma nuvem negra sobre a cabeça, isso é normal. A nuvem negra do Príncipe Ferdinando, porém, era demais, era muito atacada, muito estressada. E quem cuidava dela era o pobre Bobo da Corte, Tartufo. Ele cuidava muito bem da nuvem, mas só fez isso até o dia em que ele próprio teve uma crise horrorosa, a crise caracol.

No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.

Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.

Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.


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