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Luzia-Homem
Autor: 
Formato: ePub
Trabalho interdisciplinar: Português
Indicação: 9º Ano (EF2), 1º Ano (EM), 2º Ano (EM), 3º Ano (EM)
Área: Ficção
Temas contemporâneos: Ética
ISBN: 9788516079543

Leitura indicada para:

Moderna Plus 2016

Disciplina: Literatura (Moderna Plus 2016)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 19

Preço sugerido: R$ 17,50
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 Sobre o livro
 O romance Luzia-Homem mostra o drama de centenas de retirantes que, expulsos de suas terras pela terrível seca de 1877, chegam à cidade de Sobral em busca de trabalho para sobreviver. No meio dos retirantes, acompanhando a velha mãe muito doente, vem Luzia, uma jovem de incrível força física e modos viris, que as pessoas tinham apelidado de Luzia-Homem. Mas isso não chega a ofuscar sua beleza: "Sob os músculos poderosos de Luzia-Homem estava a mulher tímida e frágil, afogada no sofrimento que não transbordava em pranto.". Ela consegue trabalho nas obras mantidas pelo governo e faz amizade com dois rapazes, Alexandre e Raulino, também retirantes. O primeiro era encarregado do armazém de comida; o outro tinha sido salvo por Luzia do ataque de um touro e devia-lhe a vida. No destacamento policial da cidade, serve um soldado chamado Crapiúna, homem vulgar metido a conquistador que, valendo-se de sua posição, está sempre assediando as retirantes. Assim que vê Luzia, Crapiúna sente-se atraído por ela e passa a assediá-la. Rejeitado energicamente pela moça, o soldado procura vingar-se em Alexandre: certa noite, Crapiúna rouba o armazém, levando dinheiro e mercadorias. Alexandre é acusado e acaba preso, sem conseguir provar sua inocência. Desesperada, Luzia, que ama secretamente Alexandre, tudo faz para livrar o amigo da prisão. Por meio de vários expedientes, consegue desmascarar Crapiúna, levando-o à prisão e libertando Alexandre. Para evitar mais complicações, Luzia resolve partir com a mãe para outros lugares, em busca de sossego e outro meio de sobrevivência. Com ela, vão Alexandre, Raulino e Teresinha, uma jovem que ela tomara sob sua proteção. Quando tudo parece caminhar para um desfecho feliz, Crapiúna reaparece. Ele encontra Luzia meio isolada dos outros, durante a caminhada pelas montanhas; sem possibilidade de escapar, Luzia decide enfrentar o soldado. Crapiúna, com o sangue fervendo de ódio, consegue esfaqueá-la, mas também é ferido, e cai no despenhadeiro. De longe, a mãe de Luzia e seus amigos acompanham toda a cena, mas nada podem fazer. Quando Alexandre consegue alcançar Luzia, ela está morta. Com essa cena trágica, fecha-se o romance Luzia-Homem. 
Sobre o autor
Domingos Olimpio
Nasceu no Ceará, em 1850. Parte em 1866 para o Recife e ingressa na faculdade de Direito. De 1878 a 1890, vive no Pará e participa ativamente da imprensa local e da vida pública. Em 1891, muda-se para o Rio de Janeiro, fixando residência definitiva. Aí falece em 1906. Em 1903, publica o romance "Luzia-Homem", única obra publicada em vida. Dirige a revista "Os Anais", onde publica o romance "O almirante" e os onze primeiros capítulos de uma novela de costumes, "O uirapuru".
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