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Kuery
Autor: 
Edição: 1ª Edição
Formato: Impresso
Ilustração: Weberson Santiago
Faixa etária: A partir de 06 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 1º Ano (EF1), 2º Ano (EF1), 3º Ano (EF1), 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1)
Área: Ficção
Assunto: origem, população indígena, sentimentos
Temas contemporâneos: Pluralidade Cultural
Dimensões do produto: 20,50 x 24,00 x 0,50
Número de páginas: 56
ISBN: 9788516093587

Leitura indicada para:

Projeto Araribá

Disciplina: Português

Volume/Ano: 6º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 02

Projeto Araribá Plus

Disciplina: Arte (Araribá Plus)

Volume/Ano: 6º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 02

Disciplina: Arte (Araribá Plus)

Volume/Ano: 6º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 09

Disciplina: Arte (Araribá Plus)

Volume/Ano: 7º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 06

Projeto Buriti

Disciplina: História (Buriti 3a edição)

Volume/Ano: 4º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 2

Disciplina: História (Buriti 4º edição)

Volume/Ano: 4º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 02

Projeto Buriti 4a edição

Disciplina: História (Buriti 4º edição)

Volume/Ano: 4º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 02

Projeto Presente 4ed

Disciplina: Língua Portuguesa (Presente 4ed)

Volume/Ano: 3º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 05

Preço sugerido: R$ 50,00
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 Sobre o livro

Kuery significa "plural" entre os mbiyá. Júlio Emílio Braz escolheu esta palavra como título pensando nos múltiplos aspectos do humano, índio ou não, e se prendendo destacadamente em um deles: o amor. Não para apresentá-lo como diferente, mas para deixar claro como é igual e ao mesmo tempo tão singelo entre os vários grupos tribais desse imenso e diverso Brasil. O amor, como todas as coisas na vida, pode ter muitas e muitas maneiras de se expressar. Por isso, o amor é plural. Todos nós, de um jeito ou de outro, amamos. Todos nós.

Sobre o autor
Júlio Emílio Braz
Júlio Emílio Braz nasceu em abril de 1959. É mineiro da cidadezinha de Manhumirim, mas aos cinco anos foi morar no Rio de Janeiro, cidade que adotou como lar. É autodidata. Lê desde os seis anos e aprendeu a ler sozinho, em revistas de terror da Editora Vecchi, do Rio de Janeiro. Começou sua carreira escrevendo histórias em quadrinhos e, mais tarde, começou a escrever livros de bolso de bangue-bangue sob 39 pseudônimos diferentes. Em 1986, ganhou o Prêmio Angelo Agostini de Melhor Roteirista de Quadrinhos e, em 1988, publicou seu primeiro livro infantojuvenil, Saguairu, pela Atual Editora, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de Autor Revelação no ano seguinte. Hoje tem textos publicados em várias editoras do Brasil e de outros países. Escreveu roteiros para o humorístico Os Trapalhões, da TV Globo, e algumas mininovelas para um canal de televisão do Paraguai. Na Áustria, ganhou o Austrian Children Book Award, pela versão alemã do seu livro Crianças na escuridão (Kinder im Dunkeln), e pelo mesmo livro também faturou o Blue Cobra Award, do Swiss Institute for Children's Book.
Datas comemorativas
19 de abril - Dia do índio
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