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Auto da barca do Inferno
Autor: 
Formato: ePub
Faixa etária: A partir de 15 anos
Trabalho interdisciplinar: Português
Indicação: 1º Ano (EM), 2º Ano (EM), 3º Ano (EM)
Área: Ficção
Temas contemporâneos: Pluralidade Cultural, Ética
ISBN: 9788516077136

Leitura indicada para:

Projeto Araribá

Disciplina: Português

Volume/Ano: 8º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 04

Projeto Araribá Plus

Disciplina: Arte (Araribá Plus)

Volume/Ano: 7º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 02

Disciplina: Arte (Araribá Plus)

Volume/Ano: 7º Ano

Unidade/Capítulo: Unidade 07

Vereda Digital

Disciplina: Gramática (Vereda Digital 2018)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 14

Disciplina: Literatura (Vereda Digital 2018)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 06

Disciplina: Literatura (Vereda Digital 2018)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 07

Disciplina: Produção de texto (Vereda Digital 2018)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 09

Preço sugerido: R$ 20,90
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 Sobre o livro

O Auto da barca do Inferno é uma das peças mais famosas de Gil Vicente. Faz parte da Trilogia das barcas, ao lado de Auto da barca do Purgatório e Auto da barca da Glória. O autor imagina um rio em cujas margens há duas barcas: uma que leva ao inferno, conduzida pelo diabo, e outra que leva ao paraíso, conduzida por um anjo. À medida que vão chegando, as almas conversam com os barqueiros e tomam conhecimento do destino que as aguarda. As almas representam tipos sociais. Os condenados ao inferno são: o Fidalgo (que representa a aristocracia perversa e arrogante); o Onzeneiro (que representa o pecado da agiotagem, condenada pela Igreja); o Sapateiro (que representa os comerciantes ladrões); o Frade, que vem com sua amante (representando a parte corrupta do clero); a Alcoviteira (representando aqueles que viviam da prostituição de moças); o Judeu (que, na época, era marginalizado porque contra ele pesava o preconceito religioso de ser o assassino de Jesus); o Corregedor e o Procurador (representando a corrupção da justiça); o Enforcado (um ladrão que se julgava salvo por achar que a forma de sua morte já lhe garantia um lugar no céu). São salvos apenas o Parvo (camponês idiota e explorado que é aceito na barca do paraíso por sua falta de malícia) e os quatro Cavaleiros, que morreram em defesa da fé católica nas cruzadas.

Sobre o autor
Gil Vicente
Gil Vicente é considerado o iniciador do teatro português e um dos seus nomes mais importantes. Há poucas informações biográficas precisas sobre ele, que deve ter nascido por volta de 1465 e morrido um pouco depois de 1536, talvez em 1537. Foi poeta (há poemas seus na coletânea "Cancioneiro Geral", organizada por Garcia de Resende, em 1516), mas é como autor teatral que deixou seu nome na história da literatura portuguesa. Escreveu mais de quarenta peças, religiosas e satíricas.
Douglas Tufano
Douglas Tufano nasceu em São Paulo. É formado em Letras e Pedagogia pela USP. Foi professor efetivo da rede oficial de ensino de São Paulo e trabalhou também em escolas particulares, tendo lecionado Português, Literatura Brasileira e História da Arte. Atualmente, ministra cursos de capacitação para professores de todo o Brasil a convite de Secretarias de Educação e instituições particulares de ensino. É autor de vários livros didáticos e paradidáticos, publicados pela Editora Moderna.
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