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Iracema
Lenda do Ceará
Autor: 
Edição: 5ª Edição
Formato: Impresso
Faixa etária: A partir de 15 anos
Trabalho interdisciplinar: Literatura, Português
Indicação: 1º Ano (EM), 2º Ano (EM), 3º Ano (EM)
Área: Ficção
Temas contemporâneos: Pluralidade Cultural
Dimensões do produto: 16 x 23 x 0,9
Número de páginas: 120
ISBN: 9788516096939

Leitura indicada para:

Moderna Plus 2016

Disciplina: Literatura (Moderna Plus 2016)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 13

Vereda Digital

Disciplina: Gramática (Vereda Digital 2018)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 04

Disciplina: Literatura (Vereda Digital 2018)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 12

Preço sugerido: R$ 32,00
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 Sobre o livro

Em Iracema, José de Alencar criou uma explicação poética para as origens de sua terra natal, daí o subtítulo da obra - Lenda do Ceará. A virgem dos lábios de mel tornou-se símbolo do Ceará, e seu filho, Moacir, nascido de seus amores com o colonizador português Martim, representa o primeiro cearense, fruto da união das duas raças. A obra mescla elementos históricos e fictícios. O guerreiro português Martim Soares Moreno é figura histórica e seu nome está ligado à colonização daquela região. Seu amigo índio Poti também existiu realmente; depois de batizado, recebeu o nome de Felipe Camarão. Já a heroína da história, a índia tabajara Iracema, é fruto da imaginação do autor. O nome Iracema, porém, não parece tão gratuito. Foi criado por Alencar e é um anagrama de América (mudando-se um pouco a ordem das letras, temos o nome do novo continente). Por isso, Iracema pode ser vista como uma representação simbólica da América virgem e inexplorada, conquistada pelo colonizador branco (Martim) e de quem tem um filho. Misturando, portanto, elementos históricos e ficcionais, Alencar criou a história de amor entre Iracema, a virgem tabajara consagrada a Tupã, e Martim, um guerreiro branco inimigo dos tabajaras. Martim é duplamente proibido para Iracema: primeiro, porque ela é consagrada a Tupã e deve permanecer virgem; segundo, porque ele é um inimigo de sua gente. Mas a força do amor é irresistível e Iracema se apaixona pelo inimigo e, por ele, abandona sua tribo e o acompanha. Algum tempo depois, Iracema percebe que Martim não é mais o mesmo, parece distante, melancólico. Ela sente que ele tem saudades de sua terra, talvez até de alguma outra mulher branca. Iracema começa a sofrer. Grávida, tem um filho, Moacir (que em português significa "nascido do meu sofrimento"), enquanto Martim está ausente, lutando em outras regiões. Quando ele regressa, Iracema está muito doente e fraca. Martim cerca-a de carinhos, mas em vão, Iracema não se recupera e morre. Martim, desconsolado, parte com o filho pequeno.

Sobre o autor
José de Alencar
Nasceu em 1829, no Ceará, e faleceu no Rio de Janeiro, em 1877, onde passou a maior parte de sua vida. Formado em Direito, participou ativamente da vida política nacional. Paralelamente à vida política, dedicou-se com entusiasmo à literatura e ao jornalismo. Escreveu crônicas, crítica literária, peças de teatro, mas destacou-se, mesmo, como o autor mais importante do nosso Romantismo.
Douglas Tufano
Douglas Tufano nasceu em São Paulo. É formado em Letras e Pedagogia pela USP. Foi professor efetivo da rede oficial de ensino de São Paulo e trabalhou também em escolas particulares, tendo lecionado Português, Literatura Brasileira e História da Arte. Atualmente, ministra cursos de capacitação para professores de todo o Brasil a convite de Secretarias de Educação e instituições particulares de ensino. É autor de vários livros didáticos e paradidáticos, publicados pela Editora Moderna.
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