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A escrava Isaura
Autor: 
Formato: Impresso
Trabalho interdisciplinar: Literatura, Português
Indicação: 1º Ano (EM), 2º Ano (EM), 3º Ano (EM)
Área: Ficção
Temas contemporâneos: Ética
Dimensões do produto: 14 x 21
Número de páginas: 128
ISBN: 8516039722
Código do produto: 12039722

Leitura indicada para:

Moderna Plus 2016

Disciplina: Literatura (Moderna Plus 2016)

Volume/Ano: Volume Único

Unidade/Capítulo: Capítulo 13

Preço sugerido: R$ 37,00
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 Sobre o livro

Numa fazenda da cidade de Campos, no Rio de Janeiro, vivia Isaura, uma belíssima escrava criada como filha pela mãe de seu patrão, o cruel Leôncio, cujo nome insinua sua ferocidade. Isaura tivera uma educação esmerada, era culta, sabia cantar e tocar piano, em nada lembrando a condição das escravas da época. Embora casado com Malvina, que era muito amiga de Isaura, Leôncio começa a perseguir e atormentar a jovem com propostas amorosas, que ela rejeita. Mas a situação vai ficando insustentável e, desesperada, com medo das ameaças de Leôncio, Isaura foge com o pai para Recife, onde vem a conhecer Álvaro, um jovem rico, abolicionista e republicano. Os dois se apaixonam, mas Leôncio a encontra e consegue trazê-la de volta, pois era sua escrava. Quando tudo parece perdido para Isaura, Álvaro chega com a salvação: descobrindo que Leôncio estava em péssimas condições financeiras, com seus bens nas mãos de credores, Álvaro compra os títulos da dívida e manda executar sua falência. Desesperado, Leôncio suicida-se. O vilão morre, o amor entre Isaura e Álvaro triunfa e, assim, fecha-se o romance.

 

Sobre o autor
Bernardo Guimarães
Bernardo Guimarães nasceu em 1825, em Minas Gerais. De 1847 a 1852, cursou a Faculdade de Direito de São Paulo. Exerceu diferentes atividades ao longo da vida: foi juiz, professor, jornalista, mas gostava mesmo de literatura. Escreveu vários livros de poesia e ficção, mas foram os romances "A escrava Isaura" (1875) e "O seminarista" (1872) que reservaram um lugar de destaque a Bernardo Guimarães como um dos mais importantes prosadores do Romantismo brasileiro. Faleceu em 1884.
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